terça-feira, 26 de julho de 2011

Oi promete internet sem fio em todos seus orelhões

A empresa de telefonia Oi montou um projeto para oferecer internet banda larga sem fio de forma gradativa nos orelhões espalhados pelo país, informa reportagem de Fernando Rodrigues para a Folha.

A íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL (empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).

Se houver patrocínio para os novos equipamentos, o serviço será gratuito para o usuário. Outra saída estudada será vender cartões com senhas de acesso.

O Brasil tem hoje 1,1 milhão de telefones públicos. Desses, 824 mil são da Oi. Com o aumento do uso do celular, esses equipamentos ficaram ociosos, mas são uma grande riqueza logística: todos estão ligados a um par de fios metálicos que os conecta a uma central telefônica.

Essa infraestrutura seria usada para oferecer acesso aberto à internet aos pedestres munidos de telefones, laptops ou qualquer aparelho habilitado para conexão sem fio à web. A velocidade de acesso será de até 2 megabits por segundo (Mbps), o dobro do previsto no Plano Nacional de Banda Larga.

O projeto tem por base um contrato firmado entre a Oi e a Populus Propaganda e Marketing Ltda., comandada por Mayra Fonseca Couto Souza Carmo, filha do ex-deputado federal Paulo Heslander (PTB-MG). A Populus viabilizaria publicidade nas novas cabines para pagar pelo uso da infraestrutura e remunerar a Oi. Nessa hipótese, o acesso seria gratuito.

Fonte: Folha.com

segunda-feira, 18 de julho de 2011

11 coisas que estão sendo ameaçadas pelas novas tecnologias

Tablets, smartphones, GPS, caixas eletrônicos,... a inclusão dessas novas tecnologias no nosso cotidiano só nos trouxe benefícios. Mas enquanto adotamos esses novos costumes, seja para agilizar ou apenas melhorar o nosso dia a dia, o jeito antigo de fazer as coisas começa a desaparecer lentamente.

Pelo menos foi isso o que aconteceu com os botões para trocar canal na televisão, depois do controle remoto; com as moringas, substituídas por refrigeradores; ou com os portões fechados à corrente e cadeado, após a popularização dos portões automáticos.

Como você pode notar, muitos deles ainda existem e são usados, mas seus substitutos já estão aí no mercado, fazendo muito mais sucesso - e fornecendo muito mais conforto e praticidade para as pessoas. Mas você já parou para imaginar o que, em breve, pode começar a cair em desuso? O TechTudo fez uma lista com 11 coisas que certamente terão seu uso reduzido em um futuro bem próximo. Confira abaixo:

"Só ligar o fio amarelo nesse conector aqui e está pronto" (Foto: Desconhecido)
"Só ligar o fio amarelo nesse conector aqui e está pronto" (Foto: Desconhecido)

11. Fios

Vamos pegar como exemplo a ligação da combinação de um BluRay, com TV e home theater : é um cabo HDMI para ligar o vídeo do Blu-ray à TV, um cabo de áudio para ligar o Blu-ray ao home theater, mais seis cabos para distribuir o áudio 5.1 do home theater nas caixas de som, além de um cabo de energia para cada aparelho. Total: 11 cabos passando por detrás da sua estante da sala (isso porque não contamos nem a TV à cabo!).

Atualmente já existem sistemas que operam praticamente sem fio, eliminando, pelo menos, esses seis cabos do home theater, e em algumas montagens mais caras, também, a transmissão do sinal de áudio e de vídeo. Infelizmente, no entanto, a única coisa que tem "atrapalhado", de fato, o fim dos fios na sua sala ou atrás do seu computador, é o cabo de energia.

Você consegue ver o orelhão? (Foto: Desconhecido)
Você consegue ver o orelhão? (Foto: Desconhecido)

10. Telefone fixo / Orelhão

Hoje em dia você pode achar qualquer pessoa, em qualquer lugar, desde que ela esteja usando um celular. O único problema é que as tarifas ainda não estão muito amigáveis para abrirmos mão de uma linha telefônica fixa, mas já existem vários lares no Brasil e no mundo em que não há nenhum telefone fixo em casa. Já o Orelhão pode ser a salvação para quem está com o celular descarregado, mas seu estado de conservação nem sempre ajuda.
Próximo! (Foto: Desconhecido)
Próximo! (Foto: Desconhecido)

9. Fila de banco

Já é possível fazer praticamente todas as operações que você faz nos caixas eletrônicos via Internet. Basta acessar o site do banco, usando sua senha, para pagar suas contas, ver seus extratos, mexer na poupança, tirar dúvidas com atendentes, dentre várias outras coisas. Só ainda não acharam uma solução pra sacar dinheiro, apesar de que, em alguns países, existe um sistema no qual você pode sacar dinheiro em qualquer estabelecimento comercial.


Compras coletivas (Foto: Arte)
Compras coletivas (Foto: Arte)

8. Pagar caro

A combinação Compras coletivas + Comparadores de preços definitivamente está acabando com os estabelecimentos 'careiros'. A não ser que você realmente queira comer naquele restaurante chique ou comprar aquela edição ultra limitada do seu gadget preferido, em breve não haverá mais motivo para pagar um preço à mais por algo que possa ser achado em qualquer lugar. Bom pra gente, né?


Só faltava ele dizer as condições da estrada (Foto: Divulgação)
Só faltava ele dizer as condições da estrada (Foto: Divulgação)

7. Se perder

Assim como praticamente todos os veículos possuem player de música, a tendência é que o GPS também se torne um acessório comum. Claro... até hoje ainda existem aqueles guias de ruas grandões, mas o fato de eles serem limitados geograficamente (por cidade ou estado), o desgaste natural e, é claro, a falta de recursos como o de desenhar o percurso pra você, verificando se tem trânsito no caminho e procurando rotas alternativas, certamente darão um fim aos guias (e ao fato de você sair por aí perguntando como chegar nos lugares)


Netflix, Hulu, Blockbuster e iTunes Store são alguns dos serviços de vídeo sob demanda que podem dar fim às locadoras (Foto: Reprodução)
Netflix, Hulu, Blockbuster e iTunes Store são alguns dos serviços de vídeo sob demanda que podem
dar fim às locadoras (Foto: Reprodução
)

6. CDs, DVDs, e locadoras de filmes

No exterior a coisa já tá indo para esse caminho, e falta pouco para o Brasil também começar a embarcar nessa onda. Os CDs, por exemplo, já estão dando seus últimos sinais de vida, já que é possível comprar as músicas via Internet, ou mesmo apenas ouvi-las, sem comprar, pelo YouTube.
Quanto aos filmes, serviços como o Netflix, que já funcionam nos Estados Unidos, permitem que você compre e baixe os filmes e séries que você quiser assistir sem sair de casa. Há outros serviços alternativos, como as que possibilita o aluguel de filmes via Internet, recebendo-os em casa e devolvendo-os quando bem entender.
Registro de Identidade Civil (Foto: Divulgação)
Registro de Identidade Civil (Foto: Divulgação)

5. Andar com vários documentos

Esse aí já está com o fim declarado: o RIC (Registro de Identidade Civil) deve unir todos os números de documentos que você tem em uma única carteira, parecida com um cartão de banco, que pode ser consultada por meio de um computador. Nele, estarão guardadas informações como o seu RG, CPF, título de eleitor, cor dos olhos, altura, impressão digital, e o que mais for necessário para você se identificar.

PlayStation Phone, da Sony Ericsson (Foto: EverythingAndroid.org)
PlayStation Phone, da Sony Ericsson (Foto: EverythingAndroid.org)

4. Videogames portáteis

Com a rápida evolução dos smartphones e a produção cada vez maior de jogos para eles, a tendência é que os videogames portáteis acabem - e junto com ele seus cartuchos/CDs. A Sony, por exemplo, lançou esse ano o PlayStation Phone, que além de ser um poderoso smartphone capaz de ver filmes, navegar na Internet e tirar fotos, também pode ser usado para jogar seus games preferidos. Outros smartphones, como o iPhone, já possuem em suas lojas de aplicativos vários jogos famosos e com gráficos bons, como o Need for Speed, que você pode ver no video abaixo.



3. Cadernos de estudo
Ir para uma sala de aula e ter que copiar no seu caderno as matérias desenhadas e detalhadas pelo professor no quadro negro, definitivamente já estão com os dias contados. Com um tablet à mão, você pode simplesmente receber o arquivo do material do professor, acompanhar as aulas com demonstrações animadas, fazer trabalhos em grupo e, inclusive, tirar suas dúvidas via Internet. Claro que haverá suas desvantagens, mas a tendência é inevitável.




2. Trânsito
Não que o trânsito já esteja com seus dias contados, mas com certeza haverá melhorias aos poucos. E claro, isso depende da adesão popular, já que muito do que tem sido feito para acabar no trânsito, hoje em dia, tem funcionado basicamente pela colaboração dos próprios motoristas. Um exemplo disso é o aplicativo para smartphones Waze, que funciona como uma rede social. Nela você pode compartilhar e receber informações sobre o trânsito com outras pessoas, criando uma grande rede atualizada em tempo real, bem como no Twitter, pela qual as pessoas têm informado as condições de trânsito e acidentes.



1. Sair escondido
Considerando que praticamente todo smartphone hoje em dia possui GPS, e que uma hora ou outra você vai precisar trocar de celular, em breve chegará a hora em que todos nós teremos um telefone com GPS no bolso. E aí, meu querido, é que os 'fujões' estão ferrados.

Hoje em dia já é possível rastrear qualquer smartphone, bastando, para isso, que o seu dono permita o compartilhamento da localização. Serviços como o Google Latitude, Glympse e Footprints pode, rapidamente, exibir a localização do seu esposo, filho ou amigo em um mapa, na tela do seu celular.

Obviamente o acesso pode ser restringido a apenas algumas pessoas, o que pode ser muito útil quando, por exemplo, você tiver problemas com o seu carro ou o seu celular for roubado. Isso porque nem mencionei que esta poderá ser a arma secreta dos mais ciumentos. Ops!



Fonte: techtudo - Allan Melo



O primeiro celular da história

Há quem se sinta nú sem ele, e que ache a morte ao ficar sem bateria. O fato é que os celulares são hoje um objeto de importância singular no mundo inteiro, seja para lazer ou trabalho. Mas você sabia que foram necessários mais de 50 anos para você ter esse aparelho em suas mãos?

A tecnologia necessária para desenvolver o primeiro celular propriamente dito foi criada em 16 de outubro de 1956, e o telefone móvel com essa tecnologia em 3 de abril de 1973, mas muita coisa aconteceu antes desse lançamento.

Há quem se sinta nú sem ele, e que ache a morte ao ficar sem bateria. O fato é que os celulares são hoje um objeto de importância singular no mundo inteiro, seja para lazer ou trabalho. Mas você sabia que foram necessários mais de 50 anos para você ter esse aparelho em suas mãos?

A tecnologia necessária para desenvolver o primeiro celular propriamente dito foi criada em 16 de outubro de 1956, e o telefone móvel com essa tecnologia em 3 de abril de 1973, mas muita coisa aconteceu antes desse lançamento.

Ericsson MTA, considerado o primeiro telefone celular (Foto: Divulgação)Ericsson MTA, considerado o primeiro telefone celular (Foto: Divulgação)

Nossa história começa em 1888, quando o físico alemão Heinrich Hertz (que dá nome a unidade de medida de frequência, Hertz) transmitiu pela primeira vez códigos sonoros pelo ar, o que possibilitou não somente o desenvolvimento dos rádio-transmissores, como também a primeira ligação telefônica intercontinental em 1914.

26 anos depois, em 1940, foi criado um sistema de comunicação à distância que possibilitava a mudança de canais de frequência, evitando, assim, que houvessem interceptações no sinal. Sete anos depois a empresa de tecnologia norte-americana Bell, que hoje faz parte da AT&T, se utilizou dessa tecnologia para desenvolver um sistema telefônico interligado por várias antenas, batizadas de "células", o que gerou o nome do aparelho.

Em 1956 a Ericsson, então, resolveu unir todas as tecnologias desenvolvidas anteriormente e finalmente criar o celular, chamado de Ericsson MTA (Mobilie Telephony A). O aparelho só era móvel se fosse levado em um carro, porque pesava quase 40 quilos, e o custo de produção também não facilitava sua popularização.

A primeira geração, ou 1G, a fase analógica, dominou o mercado no início dos anos 1980;

- A segunda geração, ou 2G, o início da era digital, desenvolvida no final dos anos 1980 e início dos anos 1990, usava os sistemas CDMA e TDMA. Também é a geração dos chips, o chamado GSM;

- A segunda geração e meia, ou 2,5G, uma versão melhorada da 2G, com melhor transmissão de dados;

- A terceira geração, ou 3G, a atual geração de celulares em boa parte do mundo, operando desde o final dos anos 1990, possibilitou o acesso a internet entre outras funções digitais avançadas;

- A terceira geração e meia (3,5G), assim como a 2,5G, é uma evolução da geração anterior, a 3G, com maior velocidade de conexão com a internet, o que a aproxima da velocidade da internet banda larga convencional;

- E por fim a quarta geração (4G), atualmente em desenvolvimento.

O que será que o “futuro” nos reserva?



Fonte: G1 techtudo - Romannessa Sanches